domingo, 27 de dezembro de 2015

Papai Noel?

Ho Ho Ho
Fonte: http://www.freakingnews.com
Há 3 anos fiz um post sobre como detesto o Natal (se quiser relembrar, clique aqui). Continuo não gostando. Isso não mudou. Acho que as pessoas não percebem o verdadeiro sentido do Natal, e o capitalismo tomou conta, e é só consumismo, e blá blá blá. Bem, mas como a cri$e do país tá feia, um consumismo vai até cair bem, né?

O inferno nos shoppings....

Até que a vida coloca um fato novo na nossa frente: semana passada, uma amiga minha comentou que a diretora do colégio da filha dela mandou uma mensagem pro grupo das mães do Whatsapp, informando que na véspera de Natal, dia 24, estaria distribuindo comida para os desabrigados, caso alguém quisesse ajudar. E fiquei pensando nisso desde então. Que lindo.... isso sim é espírito de Natal. Essa mulher tem família, amigos, filhos, mas quis passar a noite de Natal dela sendo o verdadeiro Papai Noel de outras pessoas. Gestos assim me fazem acreditar nas pessoas, e acreditar no Natal. Somos tão centrados em nós mesmos, que não percebemos como é fácil ajudar os outros... Uma outra amiga minha se junta com a família dela que é do interior daqui (Arcoverde), e fazem umas cestas básicas e de doces pras crianças carentes da cidade que trabalham no lixão de lá. Esse ano conseguiram ajudar 83 famílias a terem um Natal mais humano. São coisas tão, mas tão lindas, que enchem de amor qualquer coração (até os de pedra)!

Esperança nos olhos dessas crianças de Arcoverde
Provando que Papai Noel existe lá em Arcoverde
Uma das 83 famílias de Arcoverde
 recebendo amor e esperança
Trabalho lindo do www.novojeito.com, que sempre
 tem ações para ajudar os que mais precisam.
@novojeito
Foto cheia de sorrisos e esperança numa das
 campanhas do Novo Jeito: #MaisPão

Trabalho lindo com velhinhos: www.abrigocristoredentor.org.br.
Um asilo que cuida de idosos carentes e
 vive de doações de dinheiro e de amor.
Coisa mais fofa a campanha dos Correios, que todos os anos faz a felicidade de tantas
criancinhas carentes. Tem uns pedidos que são de cortar o coração...

Tenho um pensamento de que só vou evoluir como pessoa, e me tornar uma boa alma, quando eu começar a fazer trabalho comunitário em asilos. Quando eu conseguir fazer isso, de visitar os velhinhos carentes, vou ser uma alma evoluída. Não, não faço ainda. Por enquanto ajudo apenas financeiramente um asilo daqui da minha cidade. Isso já me faz muito bem, e dou de todo coração, mas ainda não é tudo o que eu posso dar. Um dia eu vou ser voluntária, e aí sim a boa ação será completa. Por enquanto acho que ainda não consigo, com certeza ficaria deprimida, e não tenho paciência..... mas um dia terei, na hora certa de evoluir. E todo tipo de ajuda é bem vinda.

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Ok, mas aí voltamos pro fato de que não gosto de Natal, porque o sentido real dele já foi pro beleléu.... Com certeza o que mais odeio de tudo (e já falei isso, mas preciso repetir), são as malditas Caixinhas de Natal! Outro dia eu estava na Salad Creations, e quando a moça que estava na minha frente foi pagar, em dinheiro, a moça do caixa perguntou se ela não queria aproveitar e colaborar com a caixinha de Natal de lá. Poxa! A cliente tinha acabado de receber uns 30 reais todo trocadinho....aí a pessoa se sente coagida a colaborar! Isso me tira do sério!!!! Não tive dúvidas: eu ía pagar em dinheiro, mas guardei na mesma hora e passei o cartão. Pelo menos assim ninguém fica de olho no meu "trocadinho"! Aliás, nessa época pago tudo com cartão, exatamente pra evitar isso. Pra onde se olha é caixinha de Natal! Acho que vou colocar uma aqui no Blog: "Por favor, ao final da leitura colaborem pelo PayPal com uma doação pra eu poder comprar um chocotone"...


E vocês, fazem alguma boa ação pelo próximo?
Beijos e Feliz Ano Novo a todos (iupiiii, não preciso mais desejar Feliz Natal)!!!! 
E que no novo ano possamos ser Papais Noéis o ano todo!



Tá me chamando de goooooorda!?!?!

Minha foto

Sou uma arquiteta metida a programadora visual, fotógrafa e conselheira amorosa. Filha única, cresci sendo amiga de muitos meninos, que eram como meus irmãos. Isso me fez ver a mente masculina de uma forma um pouco diferente...