domingo, 28 de julho de 2013

Falando em Butecu....

O Save the Date que passei por msg

Pra quem não sabe, mas meu aniversário foi por esses dias. Completei 33 primaveras floridas e perfumadas (hahahaha). Resolvi comemorar, depois de aproximadamente 8 anos sem nenhum tipo de festinha. Na semana passada reuni alguns amigos mais chegados para o meu Butecu. Ok, sei que não se escreve assim, que o correto é boteco, mas resolvi criar esse neologismo, misturando o nome normal com meu sobrenome Cuchi, nascendo assim o Butecu 33. Por esse motivo fiquei um tempinho afastada aqui do blog, porque adoro fazer essas "artes" de festinha, mas sempre fazia para os outros, e nunca tinha feito pra mim mesma, daí me empolguei :)






















Em dias de redes sociais e WhatsApp, todos os convites foram feitos por mensagem. Isso facilita muito! Não sou muito fã desse aplicativo, mas confesso que ele me salvou! Na decoração, encontrei no centro da cidade uns pratinhos de plástico prateado em forma de concha que achei o máximo! Muuuuito brega! Comprei na hora, porque achei que daria um toque vintage! Fiz uns painéis com fotos em momentos de festa com bebidas e amigos, imprimi em casa e mandei plastificar, pra deixar em cima das mesas, tipo um cardápio. 



Os comes...


Sobre as comidinhas, fiz mini sanduichinhos de mortadela (que temperei com azeite e pimenta do reino). Encomendei coxinhas, mini-quibes, pasteizinhos e rissoles, aquelas frituras que todo mundo adora nos botecos. Nas mesas tinha potinhos com amendoim, Doritos, ovinhos de codorna coloridos e uns espetinhos com azeitona, salsicha e azeitona, ou seja, coisinhas pra comer enquanto se bebe. O bolo foi tradicional de chocolate, mas ficou fofo com minha vela em forma de caneca de chopp! Tinha copinhos de brigadeiro e outros de doce de leite com paçoquita. :P

...e bebes

A bebida principal foi cerveja, tipo long neck. Foram aproximadamente 55 pessoas, e 180 cervejas. Nunca tinha feito festinha com bebida, portanto não imaginei que o freezer daqui do meu prédio não daria conta do abre-e-fecha dele, e que em certo ponto as cervejas iriam ficar quentes! Ainda bem que isso aconteceu num momento em que a bebida já tinha feito um certo efeito e descia quente mesmo. A solução foi comprar gelo e colocar num isopor. Portanto a dica é: deixe logo cedo as bebidas para gelar, e próximo da festa as deixe num isopor grande com muuuuuito gelo, porque assim ela vai permanecer gelada, e evitar o movimento na porta do freezer.  

Mas falando em bebida, a graça da festinha foram as Minhocas Bêbadas. Misturei numa travessa daquelas descartáveis (que o pessoal leva pro forno) as minhocas de gelatina com cachaça 51. Não precisa deixar elas boiando, coloca o suficiente pra cobrir elas, e depois de umas 2 horas só tira o excesso da cachaça. E pronto, é só isso! Fica delicinha! As minhoquinhas de gelatina (que ainda são 0% gordura, porque aqui é tudo muito saudável) absorvem a bebida, incham um pouco, e ficam deliciosamente alcoólicas, com um azedinho cítrico no final. Muito bom! Até minha mãe que não bebe nem vinho carreteiro provou e aprovou! Recomendo! E se preferir, dessa gelatina tem outros formatos que também podem ser usados. 


















Outra farra ficou por conta das Gelly Shots. Preparei a tradicional gelatina com vodca e coloquei em copinhos de café. O bom é que fica bem colorido. O ruim é que se deixar fora da geladeira muito tempo ela derrete, aí tem que tirar aos poucos. Tentei de várias formas, e cada cor (e sabor) tinha um teor alcoólico diferente. Quando coloquei a receita tradicional de 1 pacote pra 250ml de água quente e mais 250ml de vodca gelada, achei muuuuuito forte, e não curti. O melhor ficou de 2 pacotinhos de gelatina + 500ml de água quente + 250 ml de vodca + 250ml de água gelada. Fez sucesso também! Ah, uma dica é que pode comprar daquela vodca mais barata, mas cuidado pra não ser uma tão vagabunda que dê ressaca no outro dia, recomendo as medianas.
As Gelly Shots: na esquerda após o consumo :)
As "mina tudo pira" com as minhoquinhas!

















 E aí gente, inspirou pra fazer o botecão de vocês? Curtiram meu Butecu? Ou têm dúvidas? Vocês têm alguma ideia legal? Já fizeram alguma festinha bacana e querem compartilhar? O espaço aqui é de vocês! 


Ah! Esqueci de dizer que minha caneca tinha uma luzinha de led
que ficava piscando! Adorei! O bom é que não se perdia! Hahahaha!



















quinta-feira, 25 de julho de 2013

Até onde vale a pena ir atrás? E vale?

Oi pessoal! Não fiquem com raiva de mim pela minha demora pra escrever aqui, gente, mas estava sem tempo (e sem muita inspiração também). Mas agora prometo compensar com muitos posts legais, ok? Pra começar, vou publicar um texto que uma amiga escreveu especialmente pro Detalhe 1/1. Vamos dar o codinome pra ela de MP :).

Então aqui vai o texto da nossa mais nova colaboradora: MP!

"Oi, você que me lê hoje, já sofreu por amor? Fim de relacionamento mesmo? De quem foi a culpa? Se você não hesitou em responder que a culpa foi 100% da outra pessoa, é pra você que falo hoje. Pois bem, se você sofreu, chorou, se descabelou e se culpou em algum momento, não importa quem pôs o ponto final na história: se você (sim VOCÊ) teve uma vontade quase incontrolável de ir atrás, e você foi?

Explicado o contexto, nessa hora já passa pela sua cabeça uma história vivenciada por você. Para isso podemos dividir essa história em duas partes: a primeira você deu um pontapé no centro do traseiro alheio, e na segunda parte você levou o maior impacto na retaguarda possível de se imaginar.

Se você deu o ré: NÃO DÁ CERTO, não estamos falando do louco de pedra enciumado, ou do seu cafuçu (todo mundo tem o seu, ele pode ser encontrado em qualquer esquina... CUIDADO!), ou até do gatinho que não evoluiu. Estamos falando do grande amor da sua vida (e existe?) mas que não está te fazendo bem, todos notam isso e até que você finalmente se dá conta... E aí você, forte como aprendeu a ser na propaganda da Elséve ("...por que você vale muito...") e... "the end is coming"...

Se você levou o ré: O maldito impacto veio como um terremoto, causou tremores no seu terreno sentimental, fissurou as estruturas de base e de repente você se viu embaixo dos destroços. Mas você sobreviveu, pode até ter entrado num coma, mas tá vivo pra reagir, e então se vê na reabilitação, e aí...você DEVE ir atrás? Você PODE ir atrás? Você QUER tentar mais uma vez, mesmo após uma rejeição?

Bom, como o caso é mais comum do que gostaríamos, mais uma vez numa mesa de bar (e haja cachaça...), estávamos discutindo sobre o assunto e todos nós tivemos opiniões distintas sobre o correto a se fazer nestas situações.

Se fugirmos um pouco do campo sentimental e adentrarmos num mundo coerente e racional (particularmente o meu preferido) a regra é clara, ACABOU PAPAI, tem boquinha não, você  errou, a outra pessoa também, se não deu certo da primeira vez porque daria certo em uma nova tentativa? Se o "ser" que te cultivou não leu O Pequeno Príncipe e te descartou, ele deve ter lá o bom motivo dele, mas seja lá qual for ele vem acompanhado de NÃO HÁ MAIS AMOR, OU NUNCA HOUVE, e se houvesse não teria acabado não é mesmo? E vale a pena insistir nisso? Você vai vestir o casulo da lesma e se rastejar atrás do malfeitor?

Ou se foi você que acabou vai querer voltar pra quê? Da mesma forma você teve seus motivos, e talvez essa tenha sido a forma mais hard de resolver, porém a mais certa, você tem uma só vida e é melhor viver tentando achar alguém que saiba compartilhar da sua felicidade e tenha intenção de estar ao seu lado quando a alegria não for possível, do que se acomodar num mundo onde “eu não posso viver sem vc”...

Bom, essa visão racional de fins de relacionamento respondem a pergunta inicial dessa forma: não se deve, nem pode ir atrás então NÃO vale a pena! Se você quer tentar, tente enquanto está junto. Sabe aquela música brega: “cristal quebraaado não coooola jamáaaaais...”?? Pois é gente, tente enquanto está junto, pois quando o relacionamento acaba, MUITAS vezes não vale a pena tentar novamente!

Mas se o amor não anda em conjunto com a razão, será que esta não seria a forma errada de agir? Seja lá como for, vai lá uma dica: faz o que vier na telha e se der merda, não foi uma merda omissa, ela veio de quem falou mais alto! Lembre-se: Quem nunca “cagou” uma relação que atire a primeira pedra!"




E então, pessoal, qual a opinião de vocês? E se vocês também quiserem escrever pro blog, me mandem o texto que eu publico aqui! Afinal, o cantinho aqui do blog é de vocês! Beijos :****

Tá me chamando de goooooorda!?!?!

Minha foto

Sou uma arquiteta metida a programadora visual, fotógrafa e conselheira amorosa. Filha única, cresci sendo amiga de muitos meninos, que eram como meus irmãos. Isso me fez ver a mente masculina de uma forma um pouco diferente...