domingo, 17 de março de 2013

Mô com Téo- Parte II

Continuando o post sobre motéis: Mô com Téo

Uma outra questão bem delicada é sobre o pagamento. Meninos, um conselho: NUNCA, em hipótese alguma, rachem a conta do motel. Se isso acontecer, já advirto que vocês serão assunto na próxima conversa no Clube da Luluzinha da boyzinha. Nós mulheres já temos muitos gastos prévios, como depilação, lingerie, unha, cabelo, essas coisas pra ficarmos graciosas, daí o mínimo que vocês homens devem fazer é pagar a maldita conta depois do acontecido. Por mais liberal que a mulher seja, por mais que ela divida conta do restaurante, cinema e hotel (com H), mas certas coisas são regras, e o homem TER que pagar o motel é uma regra antiquissima, desde a época de Cleópatra e Julio César!  Não tentem inovar, e quererem ser modernos, a não ser que vocês não queiram que a saidinha se repita.

Acústica é outra coisa crucial. Já ouvi vários relatos de pessoas que se viram compartilhando forçadamente a intimidade alheia. Gemidos e gritinhos só são interessantes para quem está participando da brincadeira, e não para o casal que está ao lado (excetuando-se casais voyeurs, que aí sim, devem adorar...). Não é porque se está num motel que se pode gritar como a mocinha do filme Pânico, vivemos em sociedade, e bons modos são bem vindos até neste lugar de pecado. 





Outro item que não deve ser esquecido é sobre intimidade no banheiro. Eu não sei o que pensaram ao projetar certos motéis, pois o banheiro fica quase em cima da cama, muitas vezes isolado só por um vidrinho jateado, e 0% isolamento de som e cheiros. Gente, entendam que o fato de um casal estar indo a um local desses não implica diretamente que eles têm 100% de intimidade, a ponto de compartilhar sons e cheiros que porventura podem surgir em ambientes de excreção fisiológica. Aliás, muitas vezes mal se conhecem! Imagine a pessoa com uma dorzinha de barriga num local desses.... Se já estiver num relacionamento, ele é colocado num novo patamar de desafio. Se a relação ainda está apenas começando, tem grandes chances de nem começar realmente. E tenho dito: um relacionamento que não se abala após um acidente flatulento e malcheiroso merece ser pra vida toda! 
Privacidade é uma dádiva, totalmente necessária, inclusive num motel! As pessoas podem até se ver nuas, mas no troninho ninguém merece! Um amigo meu, quando éramos adolescentes, tinha uma tática infalível pra se desencantar com alguma menina: imaginava ela no banheiro, sentada, suada e fazendo força. Quem quiser pode testar a técnica, garanto sucesso total! Não há nada mais brochante que uma cena dessas!

Ah, pra fechar o post, queria saber se alguém sabe de onde surgiu a idéia de fazer suítes temáticas. Ei pô, sério mesmo, que bizarrices são essas, hein??? Nem precisa ser frequentador desses lugares, porque os motéis ainda poem em outdoors fotos anunciando essas "suítes especiais" com o maior orgulho. Será que alguém realmente tem mais tesão se estiver na Suíte das Arábias, ou na Suíte Romana, ou até numa Suíte Corinthiana??? Imagine o cidadão que iria endoidar ao ver um quarto todo vermelho e preto, com a bandeira do time do teto.... Dispenso total!!! Se tiver alguém aqui que curte uma orgia brega dessas, so sorry, e torça pra encontrar alguém tão brega que queira interagir.

O que vocês têm a dizer? Alguma história bizarra? Tô doida pra saber, hein! 
O espaço aqui embaixo é todo de vocês, para comentários e opiniões!

Beijos! 
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sexta-feira, 15 de março de 2013

Mô com Téo- Parte I

Oi gente linda! Eita que dessa vez demorei um bocado pra escrever, né? Mas podem se preparar que hoje tem esse e no final de semana tem a continuação, pois o assunto me empolgou e escrevi demais! hehe...

Mas bem, vamos lá ao que nos interessa, né? O assunto de hoje surgiu num almoço entre meninas, derivados de um Stand-up Comedy que fomos ontem (pra quem é de Recife, vale a pena conferir aqui). Ri litros nesse show, muito bom mesmo!!! Na verdade o assunto motel sempre aparece em conversas femininas, independente do show, porque já deixei claro aqui que não existe mais isso de mulher santa que fala de trico e crochê. Falamos sim de motel, e de sexo, e de nossos parceiros, e por aí vai. E vamos combinar que motel é um assunto sempre interessante, né? Adoraria como arquiteta fazer o projeto de um motel! Hehe.... 


Pois é, a minha primeira pergunta é: quem foi que disse que breguice é sensual? Gente, por favor, me digam se alguém neste mundo acha aquela decoração de motel sexy?!? E vocês já viram que todo quarto de motel tem a porra de um quadro com uma mulher nua? Poxa, sério mesmo, se o cara está lá é porque provavelmente verá um nu "não-artístico" e bem ao vivo e em cores! Pra quê colocar aqueles quadros bizarros? Será que alguém se excita com aquilo? E se for um casal de gays? E por que não nu masculino? Alooooow?! Cadê os direitos iguais? Se pode ter quadro de nu feminino, também devia ter de nu masculino. Aliás, uma ideia melhor: que não tenha quadro nenhum! 

Outra coisa que irrita é a iluminação desses lugares. Quem em sã consciência coloca luz branca fluorescente nesses lugares? Se a intenção era criar algum "clima" pro casal, só deve ter conseguido um clima de brochada e desgosto, porque se ver nu numa luz dessas é pedir pra morrer! Até porque um motel deve ser o melhor cliente das vidraçarias, porque o que tem de espelho!... Pra quê tanto, meu Deus? Motel não é academia pra ficar vendo o reflexo pra conferir se está fazendo o exercício correto! 



Agora imaginem uma pobre "donzela", prestes a ser deflorada entrando no motel com seu moçoilo apaixonado: na hora que a coitada se depara com tanta breguice, espelho, luz fluorecente e quadros de nu, a coitada sai correndo e desiste de tudo! Pobre menina...


E agora uma curiosidade que sempre martela na minha cabeça, é sobre essas funções de diversão "extra" que os motéis vêm implantando. Até motel que tinha vídeo game eu já vi! Me digam pra quê uma pessoa quer acesso a notebook com wifi em motel??? Só se for pra fazer uma suruba virtual! E uma coisa muito comum é banheira, que confesso que me dá uma angústia de imaginar o que já passou por ali! Porque duvido que exista uma higiene muito bacana nesses lugares. Será que após cada uso eles higienizam as banheiras com produtos químicos? Duvido!!!! Acho que o ideal seria encher a banheira e esvaziar umas 2 vezes com água pelando de quente, pra depois poder encher e usá-la de verdade. Agora imaginem a cena do casal lá no maior "fogo", ainda ter que parar, deixar a banheira enchendo, esperar secar e só depois usufruir dela... Acho que ninguém faz isso, né? Pois eu sou fresca a tal ponto que quando viajo e fico em hotel (hotel mesmo, com H) não tem quem me faça tomar banho sem ser de chinelo. Minha Havaianas sempre me acompanha, tenho nojinho de pisar no chão do box....

Quem quiser pode me chamar de fresca, mas sou assim e ponto final! Sou chata, odeio dividir comida, se alguém chupar do meu sorvete eu não tomo mais por nojinho, detesto emprestar batom, que tomem do meu copo, e morro de nojo que usem meu garfo. D.Lunga sempre me acompanhando!!!

Bem, por hoje é só, aguardem que no final de semana tem a continuação! Ah! E se vocês tiverem alguma historinha, já sabem: contato@detalhe1pra1.com

Beijos!!!!
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domingo, 3 de março de 2013

Perdão por não perdoar!

Olá pessoal! Bem, vocês sabem que o Blog aqui é como se fosse uma conversinha de mesa de bar, né? Então resolvi falar de um filme que eu assisti esses dias: Amish Grace (se quiser ver o filme no youtube clique aqui). Vocês sabem aquelas pessoas que vivem isoladas de tudo e todos, em pequenas comunidades, sem energia elétrica, sem computadores, nem internet e sem carros? O filme relata uma história real que aconteceu em 2006 numa comunidade dessas, na qual um homem que estava com raiva de Deus resolveu pegar uma espingarda, entrar numa escola e matar 5 meninas de lá, e logo depois se matou. O filme mostra principalmente a reação dos Amish, que inacreditavelmente resolveram perdoar o assassino, e ainda por cima deram apoio à viúva do cara. Eles têm uma filosofia de que não adianta termos raiva de ninguém, pois esse sentimento ruim vai prejudicar principalmente a nós mesmos, e que cabe apenas a Deus castigar os pecadores.

Foto real do acontecimento. Mais detalhes em
http://www.nytimes.com/2006/10/03/us/03amish.html?pagewanted=all&_r=0

HÁ VAGAS no Céu, porque a maioria
ainda tem que evoluir muito pra ir pra lá, né?
Ok, esse é um pensamento realmente lindo. Admito que ódio e raiva nunca vão fazer bem a ninguém, né? Mas confesso que se dependesse de mim perdoar um assassino desses, eu teria que reencarnar várias vezes pra poder evoluir. Por muito menos que isso (e muito menos mesmo!) eu já guardo rancor! Sou extremamente chata, e sinceramente acho que preciso mudar um bocado meu temperamento pra garantir uma vaguinha lá no Céu. Quem se identifica comigo levanta a mão!

O filme ficou na minha cabeça, principalmente pelo fato de ser baseado em fatos reais. Como pode, né? A pessoa pra perdoar precisa realmente ser muito boa, e evoluída. Tô longe disso! Exemplo: não perdoaria uma simples gaiazinha, nem perdoaria uma amiga fura-olho (furar-olho é um termo usado quando uma pessoa "amiga" fica com um paquera seu). Falta-me paciência, bondade, caridade... Sou ruim, né? Não perdoo nada, sou rancorosa, guardo mágoa, falo mal.... mas acho que isso é o normal, ou não?

Os Amish realmente são seres evoluídos, devem estar na última encarnação deles, com certeza! Se no mundo tivessem mais pessoas com os pensamentos e a fé deles, com certeza seria um lugar muito melhor. Se eu tivesse um tiquinho da bondade deles, EU seria melhor. Queria realmente ser melhor, mas confesso que tô ainda longe dessa evolução da alma...  E vocês? São seres evoluídos? Ou seres perdidos, que nem eu???...hehehehe

Beijos e uma ótima semana! Aliás, que tal TENTARMOS sermos um pouquinho melhores nessa semana? Da minha parte vou TENTAR!!!
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Tá me chamando de goooooorda!?!?!

Minha foto

Sou uma arquiteta metida a programadora visual, fotógrafa e conselheira amorosa. Filha única, cresci sendo amiga de muitos meninos, que eram como meus irmãos. Isso me fez ver a mente masculina de uma forma um pouco diferente...